Desde que o primeiro computador foi criado, ele entendia só uma linguagem: binário. Isso significa que ele só falava através de Zero’s e Um’s. Lá atrás, no século XX, era muito difícil se comunicar com as máquinas, pq a gente fala português, inglês, francês; não fala computês, não fala Zero-Um.

Com o tempo, novas formas de falar com as máquinas foram aparecendo. Formas cada vez mais sofisticadas e modernas, mas que ainda pareciam um bicho de sete cabeças para as crianças.

No início do século XXI, a humanidade foi percebendo a presença dos computadores em todas as nossas atividades, em especial depois que os smartphones começaram a se tornar algo popular, por volta de 2010. Crianças começaram a mexer em iPhones e iPads naturalmente. Drones se tornaram algo barato, Impressoras 3D já são uma realidade crescente. O futuro pode ser algo bem incrível, mas e se você não souber se comunicar com ele?

Pois é. Esse comichão, essa ansiedade, martelou na cabeça de várias pessoas importantes e influentes. “Precisamos ensinar nossas crianças e adolescentes a programar, a falar com os computadores e não apenas usá-los.”.

Assim, o MIT desenvolveu a linguagem “Scratch”, que tem por objetivo fazer a linguagem mais suscetível à manipulação, mais social e mais significante. Qualquer criança a partir de 8 anos é capaz de usá-la.

O Scratch estimula o raciocínio lógico, matemático e a criatividade através de histórias animadas, jogos e outros programas interativos.

Em 2016, o Google resolveu se juntar ao time do Scratch para a versão 3.0. Aguardamos boas novidades por aí.

Quer saber como é essa forma revolucionária e simples de falar com os computadores? Você pode conferir no site do Scratch. Mas tenho certeza de que você vai querer fazer uma aula prática, então se inscreva na Cody Academic sem compromisso. A primeira aula é grátis, inscreva-se!

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